Cinema é Vida

O calor do momento, a respiração ofegante, o grito no escuro, tudo isso reproduzido de forma a fazer todos sonharem. Um Filme, um sonho.Um filme , uma vida.

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Sábado, Fevereiro 11, 2006
 
Meu blog de cinema está muito abandonado!
Não que eu tenha abandonado o cinema...
Abandonei os comentários...
Poxa, fui dar uma espiada, e vi que a última vez que havia postado tinha sido em agosto de 2005 e agora já estamos em fevereiro de 2006.
Mas eu estou de volta... Nem que a próxima atualização seja daqui a oito meses, eu jamais deletarei um blog com um tema tão próspero!

O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN
Fui ao cinema em Salvador, numa das viagens que fiz nessas férias, e como o filme estava muito badalado resolvi assistir e tirar minhas conclusões.
Antes de mais nada, gostaria de dizer que essa é uma opinião pessoal, e que com ela não pretendo ofender ninguém.
Previno desde já, porque esses dias ao criticar o filme num comentário feito para um blog perdido da net, recebi um protesto de uma pessoa que adorou esse filme que eu havia detestado.
Achei-o monótono, depressivo, com um final opressivo. Um drama!
Eu sei que o filme está classificado como drama, mas é um drama nada pungente, nada emocionante. Até os dramas precisam ter um sentido não tão dramático.
Aí, me perguntaram se eu não gostei do filme, por ele tratar de um tema polêmico, que é o homossexualismo. Eu seria estúpida, e no mínimo preconceituosa se este fosse o motivo do meu desagrado.
Não preciso dar minha ficha técnica para confirmar que não tenho preconceito algum contra os gays.
O filme é ruim, porque a história é muito frustrante, e você não consegue se apegar de forma a se comover com a luta de dois homens que não podiam ficar juntos, e por isso viveram 20 anos infelizes, fazendo as pessoas a sua volta infelizes.
A trama é ruim, te deprime, e mesmo que a história fosse entre um homem e uma mulher que não pudessem ficar juntos por qualquer motivo, continuaria sendo ruim. A fotografia me deixou totalmente pra baixo, aquela Montanha Brokeback, como o cenário da paixão proibida, provocou-me frio num cinema calorento.
Não consigo ver as entrelinhas, que os críticos ovacionaram. Não consegui ver o poético, o belo naquela história.
Vi sim, um avanço no cinema, ao mostrar tão explicitamente uma relação homossexual, e acredito que muito do que foi elogiado, tem haver exatamente com a novidade do tema, do que com a história em si.
Nunca gostei de filmes sem diálogos, e Brokeback resolveu utilizar recursos visuais, de closes nos protagonistas, como se quisesse pela suas expressões contar uma história sem palavras.
Além do mais, não gostei da atuação do Heath Ledger, ele se empenhou demais em ser um homem duro e sofrido, que ao final não passou a paixão necessária que sua personagem exigia. Posso abrir um crédito para o Jake Gyllenhaal, que conseguiu passar mais veracidade ao papel.
Sinto muito pelo diretor Ang Lee, que se saiu muito bem em O Tigre e o Dragão, porque nesse ele perdeu a mão... O segredo ficou muito desinteressante, poderiam ter nos contado o segredo de maneira mais comovente.
Saí da sala de projeção totalmente decepcionada, e mais decepcionada fico ao saber que esse ano Hollywood vai premiar com o Oscar esse filme. Tenho saudade do tempo em que os dramas, nos faziam rir, e chorar, nos faziam torcer pelos protagonistas... Saudade do Titanic, em que o mocinho morre, mas pelo menos o casal pode vivenciar uma história, nada lúgubre, enfadonha...
Que me linchem os fãs...( eu não poderia guardar pra mim).

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Domingo, Agosto 14, 2005
 

DUPLEX
Que porcaria!
Acabei de assistir essa grandíssima "pérola", talvez seja por isso que eu esteja ainda com raiva e sob o efeito da decepção!
Desde que esse filme chegou na locadora, eu venho tentando locá-lo, mas infelizmente eu nunca conseguia pegá-lo. Como fui tola, deveria ter sido felizmente!
Porque nunca senti tanto o desperdício como dessa vez!
Imaginem, que sábado, véspera de dia dos pais, resolvi alugar uma comédia para agradar meu papi e assistir juntamente com ele, porém acabei caindo no engodo.
Pra ser sincera, antes de alugar eu já tinha dúvidas a respeito desse filme, mas porque sou curiosa, e costumo gostar de tudo, resolvi tentar mais uma vez com o Ben Stiller!
Meu pai foi categórico quando resolveu dormir e me abandonar na sala vendo sozinha essa comédia:
- Nunca assisti a um filme bom, com esse ator. Não sei porque você insiste em alugar filmes com ele no elenco!
E eu ironicamente respondi:
- Talvez porque tenho a esperança de assistir alguma coisa boa dele, ainda algum dia!
Na realidade eu aluguei o filme mais pela Drew Barrymore, porque mesmo melosa eu costumo gostar de seus filmes!
Mas esse, não teve jeito!
Olhe o enredo: Um casal que se muda para um apartamento enorme, lindo, e propicio a ser o lar ideal. Único problema é a senhora que mora no andar de cima, e que será inquilina deles, no Duplex. O caso é que a velha é o cão chupando manga. Escuta música durante toda a madrugada, vê televisão até tarde, e durante o dia amola a paciência deles! Ela perde o emprego, e ele um escritor mediano não consegue dar continuidade a seu livro, e acaba perdendo o contrato com a editora. Então eles começam a elaborar um meio para matar a velha, e nada dá certo. Sempre um policial aparece para salvá-la, e incriminá-los. Ao final, quanto tudo está perdido, e depois de um incêndio, e um matador de aluguel não terem sido páreo para a velhinha, eles decidem vender o apartamento. Quando vão se despedir da senhora, ela está morta na cadeira da sala. Então, os dois vão para um jardim, refletir sobre a vida, e encarar a velha senhora como uma boa alma! Aí muda a cena, e a senhora está com o vendedor da imobiliária e o guarda, seus comparsas, tramando como será o meio para espantar os próximos inquilinos. Na parede da sala vários retratos de casais que ela já expulsou! O cara faz um livro contando a história da senhora e dá o nome de Duplex, ao livro, ficando subentendido que ele fez sucesso!E sob o letreiro, the end!
Que deprimente! Duplex, duplamente chato!
Nem assisti aos extras do DVD!
A direção é do Danny de Vito!
Não recomendo!

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Sexta-feira, Agosto 12, 2005
 
VOLTEI ATUALIZADA

Poxa, coitado desse meu blog!
Mas eu não desistirei dele!
Sou BRASILEIRA e não desisto nunca!
A ultima atualização foi em fevereiro na época do Oscar!
Pois bem, eu ainda não tinha assistido a nenhum dos filmes que concorriam, e agora passado quase 6 meses, posso falar com conhecimento de causa!
RAY
Ótimo filme! O Jamie Fox, merecia o Oscar de melhor ator, porque ele deu um show de interpretação! O filme é lindo, mas um pouco arrastado! Eu me emocionei com a trilha sonora, porque ali era uma retrospectiva dos grandes clássicos do Ray Charles, e não tinha como ter erro! No entanto, acredito que faltou um ¿que¿ a mais para o filme levar o Oscar de melhor filme.
O AVIADOR
Uma grande produção! O cenografia espetacular! A sensação que impera ao assistir é a de que somos transportados para os anos áureos de Hollywood com as grandes Katharine Hepburn e Ava Gardner, e a própria intensidade do Howard Hughes interpretado pelo talentoso Leo Di Caprio! O problema é que o final foi muito sem graça! Tudo bem, que na biografia original, o homem acabou louco, cheio de neuroses, e esquizofrênico, mas acredito que o cinema poderia ter lapidado de forma mais mágica aquele desfecho! As cenas em que ele testa seus aviões são perfeitas, os vôos parecem ser reais! Mas não mereceu o Oscar de melhor filme!
EM BUSCA DA TERRA DO NUNCA
Bom, o Johnny Deep é um excelente ator! Mas faltou alguma coisa na trama! Eu achei por demais infantil, ao mesmo tempo em que se tornou pesada demais para crianças entenderem! É um filme com lições adultas, mas conduzido como se fosse para crianças! O legal é ver como foi criada a fabula do famoso Peter Pan, mas tirando isso, nada mais eu colocaria como especial no filme!
MENINA DE OURO
Eu assisti 3 vezes, e chorei nas 3. Fiquei encantada com a simplicidade, com a precariedade de cenários, mas com a essência pura e genuína, de uma boa historia! O filme é uma lição para as grandes produções que gastam milhões de dólares e depois não conseguem o retorno! Sem grande orçamento, o tio Clint Eastwood conseguiu fazer o melhor filme de 2004, que merecidamente levou o Oscar esse ano!
Na minha opinião é um dos melhores filmes que já vi na vida!
ENTÃO POR HOJE É SÓ, MAS PROMETO ATUALIZAR SEMPRE! MESMO SABENDO QUE QUASE NINGUÉM APARECE POR AQUI!

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Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
 

E o Oscar vai para...
De primeira mão, vou comentar os filme vencedores do Oscar, com tudo fresquinho já que acabei de assistir a premiação.
Bem, a minha primeira impressão foi que o Aviador que estava altamente cotado, e que iniciou a noite como um elefante, saiu da cerimônia como uma formiguinha, derrotado pelo elogiado Menina de Ouro.
Menina de Ouro levou o prêmio de melhor filme, melhor diretor, Clint Eastwood, melhor atriz, com Hilary Swank, e melhor ator Coadjuvante,Morgan Freeman. Foi sem dúvidas, o grande vencedor da noitada.
O Aviador, que prometia ser a redenção do badalado diretor Martin Scorsese, saiu com aquela sensação de ¿não foi dessa vez¿. Eu desconfio, que o erro está na parceria Di Caprio e Scorsese, que repetindo o insucesso de Gangs de Nova York, fez o pobre do diretor voltar de mãos vazias para casa novamente.
Também não posso ser tão severa com o filme, que pasmem nem sequer assisti ainda, graças ao cinema rodado a manivela de minha cidade. Afinal ele foi indicado a 11 categorias, o que já é um estouro por si só, e dessas, levou cinco estatuetas no bolso. Sendo elas, direção de arte, fotografia, figurino, edição e melhor atriz coadjuvante um prêmio também importante, para Cate Blanchett, que deu vida a inesquecível Katharine Hepburn.
No mais a cerimônia foi interessante, pareceu menos morosa do que de costume. Os prêmios secundários de modo geral tiveram os indicados postos lado a lado no palco, antes de serem agraciados.
Bem, o Jamie Foxx, que concorreu em duas categorias, como melhor ator coadjuvante por Colateral, e melhor ator, pelo filme-biografia de Ray Charles, com Ray, venceu pela segunda categoria, e fez um discurso emocionado lembrando-se da avó que já havia falecido.
Quem disse que o Brasil não iria ao Oscar? Claro que foi, superbem representado por Gisele La Bündchen ao lado do indicado Leonardo Di Caprio. Sem falar que Diários de Motocicleta dirigido pelo brasileiro Walter Salles concorreu, e ganhou o Oscar de Melhor Canção Original ("Al Otro Lado del Rio"), além de ter sido indicado na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.
A canção também foi uma polêmica, porque por uma estratégia marketeira da Academia colocaram o Antonio Banderas para cantá-la e não o verdadeiro compositor e cantor Jorge Drexler. Vai entender? O cara também pegou seu Oscar cantou um pedacinho, e disse tchau, gracias e thanks... Achei muito oportuna a sua sutileza!
Outras coisas que observei, mas apenas de cunho agulhadas de quem não tem o que fazer foram, tomem nota: Duas recentes mamães foram apresentar o Oscar, Gwyneth Paltrow, que teve a coragem de colocar o nome da filha de Maçã, e a eterna linda mulher, Julia Roberts que recém pariu gêmeos.
E como não falei, o mestre de cerimônias desse ano, responsável por graças e palhaçadas ensaiadas foi o comediante Chris Rock, que já se meteu em vários filmes dramáticos também. Ao final da cerimônia, ele agradeceu ao Brooklyn. Seria uma forma de lembrar-se das origens? Talvez!
A cantora consagrada da atualidade Beyonce Knowles interpretou duas músicas na Cerimônia, e trocou duas vezes de vestido, e milagrosamente de penteado também. Acho que a bonitona usou peruca!
O Robin Williams estava barbudo, e escondido na platéia, mesmo sem levar nada, e sem concorrer a nenhuma categoria, foi prestigiar a festa, e talvez se lembrar de quando ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, por "Gênio Indomável" (1997).
Fiquei com peninha da Kate Winslet que mais uma vez concorreu a melhor atriz, por Brilho eterno de uma mente sem lembranças, e voltou sem o brilho de uma estatueta de ouro para guardar na lembrança. Mesmo sem Titanic ela afundou de novo.
A famosa apresentadora americana, acho que a diva deles lá, equiparada a nossa Hebe Camargo, mas com muito mais fama, alcance e dinheiro Oprah Winfrey, também estava na platéia, e duas vezes foi reverenciada por quem subiu no palco. Inclusive no discurso do Jamie Foxx, ao referir-se ao orgulho da raça afro-americana, ele citou a Oprah e a linda Halle Berry por A ultima ceia em 2001, como melhor atriz.
Acho que no geral foi isso, não queria me prolongar, apenas dar uma noticia de primeira mão sobre a premiação de cinema mais famosa no mundo!
Espero que gostem! E digam o que acharam das premiações.


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Sábado, Janeiro 15, 2005
 
Feliz ANO NOVO, e para começar 2005 com o pé direito, vou comentar vários filmes!

O ÚLTIMO QUE ASSISTI
Os Esquecidos - Título Original- The Forgotten -Direção: Joseph Ruben- Ano- 2004
Bem, passei o filme inteiro tentando descobrir se a personagem principal estava louca mesmo. E quando falaram a palavra abdução, tive uma certeza: É, filme de ET!
E batata! Era. A história é a seguinte: A Julianne Moore é uma mulher abalada psicologicamente pela perda do filho, que morreu num acidente de avião. Ela olha fotos, vídeos, para se lembrar do garotinho, e também consulta um psicólogo. Todo momento, ela diz que não vai esquecer, pois o marido não fala muito do filho, e ninguém parece se lembrar da criança.
Até que um dia, ela olha o porta retrato que tinha uma foto dela com o menino, e vê com o garoto sumiu da foto. Muito desesperada, ela vai atrás das outras fotos, álbuns, e fitas, mas tudo está vazio. Então psicólogo vira para ela, e diz a dura verdade: Você nunca teve um filho! Houve complicações no parto, ele morreu! E você criou essas lembranças, numa espécie de psicopatia.
Então, ela se desespera e sai em sua busca frenética pela verdade. Nisso ela invade o apartamento de um homem, que sempre está bêbado, e perambula pela noite num parque infantil. Ela insiste com o homem, que ele é pai de uma menina que morreu também no acidente junto com seu filho.
Porém o homem chama a policia e diz que nunca teve uma filha. Quando ela vai presa, ao invés da policia local ir atrás dela, os FEDERAIS é que vão, e tudo começa a ficar sinistro.
O homem bêbado se lembra da filha, e se une a ela, para tentar descobrir a verdade. E eles passam o filme todo sendo perseguidos por um sujeito estranho, e aos poucos chegam à conclusão de que os meninos não morreram.
Então, a verdade da última cena, o homem que estava perto do avião quando o filhinho dela embarcou, é um ET. Ele está gerenciando uma experiência, para tentar entender a ligação materna. A ligação humana, entre os pais e filhos, que se comunicam mesmo a distancia, e essas emoções que são compartilhadas mesmo após o nascimento, como se o cordão umbilical fosse eterno.
E o cara está furioso, porque o tempo dele está esgotando, e de todas as mães, a única que inexplicavelmente não perdeu as lembranças foi ela. O governo estava envolvido, permitiu aquela missão, como se as relações entre humanos e extraterrestre fossem na base da troca e medo. O psicólogo que cuidava dela era também um aliado, que tinha de fazê-la esquecer.
Mesmo quando o ET malvado, suga a lembrança do nascimento do menino e todas as demais, ela lembra-se da gravidez, e com isso de todas as outras lembranças. Como se o seu tempo tivesse acabado, o cara explode, sei lá, sai voando, desaparece e plim ela acorda em casa.
Então sai correndo atrás do filho num parquinho, procura-o e ele está lá.
Todos eram esquecidos, menos aquela mãe.
Apesar da história parecer meio sem pé nem cabeça, é um drama intelectual, que te força a fazer cogitações durante todo o seu desenrolar. Até o último minuto, você não sabe se a mulher é louca, ou aquilo é verdade. As cenas são escuras, com uma aura aterrorizante, como se cada passo dado pela personagem principal fosse marcado por possíveis imprevistos e sustos.
Não é um filme, que se fale, meu Deus, que filme, mas também não é daqueles que você tem vontade de pedir o dinheiro do ingresso de volta. Vale a pena conferir. Se bem que agora que eu contei tudo, vai ficar meio sem graça; Mas vale a pena assistir para que cada um tire suas conclusões.
AQUELE QUE ME SURPREENDEU
Curtindo a Liberdade -Título Original- Chasing Liberty-Direção: Andy Cadiff- Ano-2004
A menina, que interpreta a personagem principal, Mandy Moore está com a bola toda nos EUA, no dia que fui até a locadora, eu vi uns três lançamentos com ela.
O filme é mais uma comédia romântica, que para aqueles que detestam o gênero, não devem assisti-lo. Eu me surpreendi, porque apesar do enredo ser daqueles previsíveis, o ângulo de abordagem foi muito satisfatório.
Bem, ela é a filha do presidente da República, e não tem liberdade. Sonha em poder sair sozinha, e ter um beijo apaixonado. Então, ela vai numa viagem oficial com os pais para Republica Tcheca, e lá pede para sair sozinha com a filha de um cônsul. O pai permite sua saída, apenas com dois seguranças, mas quando ela chega na boate percebe que ele mentiu e resolve se rebelar fugindo do lugar.
O cara que a ajuda fugir é um lindo oficial, que também trabalha para o governo americano, sem que ela saiba disso. Nessa sua fuga, o rapaz acaba recebendo a ordem de escoltá-la, mas sem que a primeira-filha descubra que está sendo vigiada.
E nisso a moça bebe, nada pelada num rio, dorme em cima de um telhado, e sai numa viagem magnífica pela Europa, passando pela Itália, Bélgica, até chegar ao seu destino mor, que é a Alemanha, no Festival do Amor em Berlim.
Claro, que muita coisa vai acontecer. E eles vão brigar e se apaixonar. E no final, quando ela descobre a verdade, vai embora furiosa com ele. Depois um ano passa, ela vai para faculdade, mas recebe a proposta do pai de fazer intercambio na Inglaterra onde está o mocinho guapo do filme.
E eles se reencontram ao som de uma ópera. Por falar nisso, a trilha sonora do filme é perfeita!
Por esse motivo gostei muito desse filminho.
AQUELE QUE ME DECEPCIONOU
O Enviado - Título original- Godsend- Direção: Nick Haam- Ano 2004
Quando vi o trailler desse filme, fiquei cheia de expectativa por se tratar de um tema totalmente atual, e parecer bem interessante. Sem falar que Robert de Niro, foi mais um impulso para crer na potencialidade do filme.
Mas, quando o aluguei na semana passada, senti o gosto amargo da decepção. Acho que o autor, não estava muito bem decidido quanto ao roteiro, tanto que no DVD, existem quatro finais alternativos, e nenhum, é interessante.
A trama parece boa a principio, pois trata-se de algo que realmente mexe com a nossa cabeça. Pais que vivem numa cidade grande, e perdem num acidente, seu filho de oito anos. Desesperados com a perda trágica, logo após o enterro, recebem a visita de um médico, interpretado por De Niro, que lhe apresenta a idéia da clonagem a partir das células do filho recém morto.
Desesperados, os pais, sendo a mãe interpretada pela atriz Rebecca Romijn-Stamos, acabam aceitando, e mudam-se de cidade, e de vida, para ocultar aquela nova realidade que se apodera de suas existências. O menino nasce, é idêntico ao falecido, tem o mesmo nome, e eles vivem felizes até os oito anos de idade. A mesma idade com que o outro morreu.
De repente o menino, começa ficar estranho. Começa a ter pesadelos, e dizer que na realidade ele é outro menino, e com isso gera o pânico nos pais que procuram o doutor que os ajudou na concepção, instaurando um clima de terror na vida de todos.
O final é super chato e bem ilógico. Descobrem que na realidade, o doutor Robert de Niro, perdeu o filho tragicamente num incêndio, e que o menino era um psicopata, que havia queimado a escola, e matado vários colegas, e também assassinado a própria mãe. Por seu filho ter morrido num incêndio, pouco sobrou de seu corpo, não podendo ser criado um clone do menino. Assim, com as características físicas do filho do casal, somadas com as que sobraram de seu filho, o médico criou o clone maligno, que nos momentos finais tenta assassinar a nova mãe,Rebeca Romijin, igualmente o seu filho piromaníaco fez.
E para piorar, o médico foge, e os pais ficam com ele, sem não antes na última cena, o menino dar um susto, mostrando que ainda fará muitas maldades, como se os produtores, quisessem deixar abertura para uma continuação.
Que isso não ocorra!

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Sexta-feira, Dezembro 17, 2004
 

OS INCRÍVEIS
A Disney quase nunca errou em seus filmes, e depois da parceria com Pixar, errar, foi uma palavra extinta em seu dicionário de sucessos.
Os incríveis, lançado agora no Brasil, confirma a receita bem sucedida, desde Toy story, e Procurando Nemo.
O filme conta uma história diferente e de cunho adulto, com piadas rápidas e narrativa dinâmica, feita justamente, voltada ao público mais velho, que cada vez mais freqüenta os cinemas em busca dessas divertidas aventuras.
A família Incrível vive isolada e confinada numa casa medíocre, levando uma vida apagada, que de longe não chega a ser o que fora nos tempos em que os super heróis reinavam.
Roberto Pêra, trabalha numa empresa de seguros, e detesta tudo que tem de encarar todos os dias. No passado, por uma manifestação coletiva da sociedade, seus trabalhos de herói foram dispensados, e com vários processos nas costas, o Sr Incrível, assim como seu amigo Gelado, e todos os outros super-heróis, abandonaram a luta contra o mal.
Casado com a antiga Heroína Mulher-Elástica, que agora se comporta como uma dona de casa, que se dedica aos três filhos, Violeta, Flecha e Zezé, o Sr Incrível, acaba sendo despedido por não tolerar seu emprego sem graça, e escondido da esposa, recebe o convite misterioso, para trabalhar numa Ilha secreta para um patrão desconhecido.
Ao procurar a estilista de super-heróis, Edna Moda, o Sr incrível consegue uma nova roupa, bem mais resistente e moderna, e parte para sua missão confiante, e sem saber o que lhe aguarda.
Na realidade, um fã maluco, que ressurgiu do passado com uma mágoa por ter sido ignorado pelo seu maior ídolo senhor Incrível, organiza uma verdadeira operação para se transformar em super-herói e acabar com a glória do seu inimigo presente.
Se auto-intitulando Síndrome, o herói, com todos os poderes, retirados dos próprios heróis que ele acabou eliminando pelo mundo, persegue freneticamente com um monstro de ferro com tentáculos, o sr Incrível, pela Ilha deserta.
Mas avisada pelo alarme da roupa do marido, a Mulher elástico entra em ação novamente, ajudada pelos filhos Flecha que tem o poder de correr feito um furacão e da filha Violeta, que consegue ficar invisível e proteger-se com um escudo impermeável, partindo para ajudar o pai e salvar o mundo.
E conseguem juntos derrotar a máquina e o vilão, que ainda tenta seqüestrar o bebê, que ficou em casa com uma babá. No entanto, o bebê, que até então não tinha demonstrado poderes algum, se revela como o bebê- fogo, que se transforma num diaboinho, e acaba fazendo com que o Vilão se ferre.
No final a família está feliz, realizada, todos se redescobriram, mas ao voltar de um passeio de domingo, vêem um novo monstro a solta, e descobrem que a missão nunca acaba, que sempre o mundo terá que ser salvo mais vezes.
O filme é muito bom, ao final da sessão lotada, que assisti em Brasília, no dia do meu aniversário,o pessoal aplaudiu entusiasmadamente.
Vale a pena assistir esse mais novo clássico Disney, eu mesma adorei, e acho que dessa leva de filmes do final de ano, é o melhor lançamento.

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Quarta-feira, Dezembro 01, 2004
 
3 BONS, 3, RUINS

Eu gostaria de ser mais assídua com esse meu blog, o grande problema é a falta de tempo, mas vamos lá...
Como o coitadinho está abandonado, vou fazer algo diferente...Listar os três, melhores filmes que assisti nos últimos tempos, e os três piores...
Leis da atração, eu achei bárbaro, com o lindo Pierce Brosnan, e a simpática Julianne Moore, é uma daquelas típicas comedinhas românticas, que nos fazem rir, torcer pelo casalzinho, e sair satisfeita ao final do filme... A direção é de Peter Howitt.
A dona da História , filme brasileiro, que mais uma vez mostra a evolução do cinema nacional. Com Marieta Severo, aos cinqüenta e poucos anos, tendo uma crise de idade, devido à reposição hormonal, se encontrando com ela mesma aos 18 anos, interpretada pela talentosíssima, Débora Falabella, e a discussão sobre o grande amor de sua vida, e por conta disso a reviravolta que sua vida virou, nas várias hipóteses que a personagem imaginou. O grande amor, interpretado quando jovem pelo lindo Rodrigo Santoro, e quando mais velho pelo carismático Antonio Fagundes. Ainda de quebra uma participação especial de Fernanda Lima, que muito me surpreendeu, ela tem algum resquício de talento.
Van Helsing , apesar de não ser meu gênero predileto, gostei muito da ficção de terror moderna. Os monstros são perfeitos, e o Hugh Jackman, é um colírio para qualquer olhos femininos. O final é comovente, e os efeitos especiais são daqueles que não deixam a desejar. A direção é de Stephen Sommers.
Matadores de Velhinha, arrastado, monótono, péssimo, e cansativo. Eu levei o dia inteiro para terminar de vê-lo. Quem disse que aquilo é comédia? O Tom Hanks, errou feio, foi o pior filme que ele atuou, de todos que eu assisti. A história previsível, e sem graça.Os irmãos Coen, erraram a mão nessa direção desastrosa.
Rei Arthur, estragaram com a lenda. O Lancelot morre ao final,a Guinevere é uma guerreira bárbara. Os cavaleiros lutam pelo exercito romano, e por sinal o próprio Arthur, é bem romanizado, o Merlin é um velho pajé, com ares de macumbeiro. Tirando a fotografia, tudo é torto nesse drama, que se torna comédia, do figurino, as frase feitas para ter impacto.
Ligado em Você , como é possível um filme que fala de dois siameses ser bom? É, uma comédia bizarra, surrealista, e só se salva um pouquinho pela participação da Cher. A Fernanda Lima mais uma vez faz uma pontinha no filme americano. A direção é de Bobby Farrelly e Peter Farrelly,e tem no elenco, Matt Damon e Greg Kinner.



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Segunda-feira, Outubro 18, 2004
 
I´M BACK

OLGA
Depois de tanto tempo sem me dedicar a esse blog, resolvi escrever sobre um filme que assisti a mais ou menos, um mês, quando fui com minha turma para um Congresso em Salvador.
Pude ter o prazer de me deliciar com as cenas, em uma tela realmente grande, sentada em uma poltrona confortável, numa sala do multiplex, no Aeroclube Plaza show.
De todos os filmes que estavam em cartaz, eu fiz questão de assistir "Olga", e bati o pé, de forma a convencer diversos colegas a irem comigo.
Eu já havia lido o livro de Fernando de Morais, em que o filme foi baseado, e posso contrariar a crítica, dizendo que a película, foi super fiel, a obra escrita.
Eu verti lágrimas e lágrimas com o decorrer da história, e mais uma vez saí impressionada com o progresso do cinema nacional. Ou melhor, pela primeira vez, saí de uma exibição brasileira, com a sensação de que um Oscar poderia vir a ser do Brasil.
A Camila Morgado, deu um show de interpretação, e as cenas dela com o Caco Ciocler foram eróticas, e ao mesmo tempo bem românticas. A ponta que o Osmar Prado faz no filme, como Getúlio Vargas, é perfeita, ele é o próprio presidente gaúcho.
A crítica foi muito severa com o filme, dizendo que parecia uma novela, sem os núcleos secundários, devido ao melodrama da história. Agora verdade seja dita, nem tudo que a crítica diz ser bom, costuma ser, eu já vi muitos filmes premiados pelos comentaristas que foram péssimos (exemplo As horas), e filmes que foram chacoteados serem bons.
Olga é um desses. É acima de tudo um clássico, que retrata a historia de coragem de uma mulher que não se conteve em ficar de braços cruzados, e resolveu lutar por um mundo melhor, um mundo justo e pacífico. Olga Benário, é um exemplo de coragem, de amor e de fé, e o filme consegue passar essa mensagem, e isso é o mais importante.
O Jayme Monjardim, me surpreendeu, ao fazer o início se encontrar com trágico desfecho da vida de Olga, quando enviada para morte. O olhar da Olga mulher, para a Olga menina, antes de morrer, é um estímulo, para que todos não desistam na vida, mesmo que essa seja difícil, pois representou que apesar de tudo por que ela passou, toda a sua luta valeu a pena.
Assistam " Olga" e ah, é bom estar de volta!


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Domingo, Junho 13, 2004
 
KILL BILL VOLUME 1

Apesar de morar numa aldeia onde tudo chega atrasado, consegui assistir no cinema, ao filme, "Kill Bill" volume 1.
Bem, apesar de mais ou menos saber da história e de imaginar qual seria o enredo, por conhecer a trajetória do polêmico diretor Quentin Tarantino, o filme me chocou mais ainda do que eu esperava.
Logo de cara, ver uma bela Uma Thurman ser espancada até ficar deformada, e de quebra a câmera mostrando que ela estava vestida de noiva e grávida, é algo para arrepiar até o mais frio dos espectadores.
Todo o filme é bem conduzido, numa forma única de ir e voltar para trás que só o diretor é mestre e sabe fazer como ninguém.
A história basicamente se resume na trajetória de uma mulher que é espancada para ser morta, mas que mesmo com um tiro na cabeça, acaba sobrevivendo, ficando quatro anos em coma, num frio quarto de hospital, onde os enfermeiros se revezam, abuscando de seu corpo inerte.
Quando ela acorda, a única coisa que tem em mente é a vingança, e por isso se prepara para ir atrás de cada um daqueles rostos que um dia lhe fizeram tão mal.
Assim, ela mata uma mulher na frente de sua própria filha, e depois luta com centenas de homens de uma forma humanamente impossível, dando pulos, e fazendo malabarismos já vistos em o "Tigre e o Dragão", e "Matrix".
Os efeitos especiais são bárbaros. E o sangue realmente não foi economizado, pois foram litros e litros, tendo cenas pretas e brancas, justamente para evitar a profusão de vermelho na tela.
Ela está com raiva, tem ódio e só pensa em vingar-se daqueles que lhe fizeram tudo isso. Uma Thurman, dá um show de interpretação, realmente convincente e acima de tudo, muito comovente.
Apesar de seu espírito impenetrável, e de sua dureza de caráter, nota-se claramente que existe um bom coração, uma mulher de índole boa, que apenas foi cruelmente magoada, e procura recuperar sua paz interior.
O final é surpreendente, deixando espaço para muita curiosidade, quanto ao volume 2 , que já estreou nos Estados Unidos, e que eu provavelmente verei daqui a muito tempo, já que os filmes vêm de carroça para essa cidade.
Desde o início, eu tive o palpite de que o filho, ou filha dela estivesse vivo, e realmente é isso que parece quando o Bill, fala para uma das que lutou contra ela, e saiu sem o braço, logo na cena final.
Uma coisa que chamou mina atenção também, foi o quanto o diretor gosta de decepar membros do corpo humano, pois isso aconteceu diversas vezes no decorrer da película.
Com toda a certeza, não é meu estilo de filme, porém tenho que admitir que é uma obra muito bem conduzida, forte e marcante, que talvez por seu realismo sádico, acabe conseguindo representar o que o cinema muitas vezes tenta esconder, que é o lado podre, fétido, sujo, bárbaro, mesquinho e repugnante da alma humana.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Atriz - Drama (Uma Thurman).
- Recebeu 5 indicações ao BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Uma Thurman), Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, Melhor Edição e Melhores Efeitos Especiais.
- Recebeu uma indicação ao Grammy, na categoria de Melhor Trilha Sonora - Cinema/TV.
- Ganhou 3 prêmios no MTV Movie Awards, nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Uma Thurman), Melhor Vilão (Lucy Liu) e Melhor Luta (Uma Thurman e Chiaki Kuriyama).

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Sábado, Junho 05, 2004
 

CLEÓPATRA
Amado por uns, criticados por outros, enfim um filme polêmico, mas sem sombra de dúvidas, uma grandessíssima produção que reproduz fielmente todo o esplendor histórico, da vida de uma das mulheres mais badaladas de todos os tempos.
Esse filme, é daqueles que todos adoradores do cinema devem assistir, como condição imprescindível de parâmetro para as produções históricas que são feitas a todo momento.
A belíssima Elizabeth Taylor com seus olhos violetas, contribuem para deixar Cleópatra ainda mais glamourosa, pois ela por si só é suficiente para abrilhantar o filme.
O seu parceiro romântico, Richard Burton, que interpreta o Marco Antônio, também é um homem viril, que para o padrão da época surpreende com uma beleza que pode ser apreciada mesmo tanto tempo depois.
O salário de um milhão que hoje é comum, para um ator de cinema, foi o mais caro da história, até o momento do filme, pago a Elizabeth Taylor, para dar vida a rainha do Egito, que se casou com Julio César o grande imperador romano e mais tarde com Marco Antônio.
O filme é muito bonito, antes de ser um filme mesmo, é uma pintura detalhada, com sofisticação e primor de detalhes. O figurino é muito brilhante e ousado, nos levando a imaginar se realmente a corte de Cleópatra, era tão sexy como fora imortalizada.
Meu pai, um cinéfilo de carteirinha, havia me recomendado a muito tempo para assisti-lo, porém eu nunca tive tempo.
Consegui esses dias num intercine da vida, transmitido de madrugada pela Globo.
Recomendo a todos, pois para quem gosta de história, e de um bom filme, é daqueles imperdíveis.
Ficha Técnica
Título Original: Cleopatra
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 242 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1963
Estúdio: 20th Century Fox / MCL Films / Walwa Films
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Joseph L. Mankiewicz
Roteiro: Sidney Buchman, Ranald MacDougall e Joseph L. Mankiewicz, baseado em livro de Carlo Mario Franzero
Produção: Walter Wanger
Música: Alex North
Fotografia: Leon Shamroy
Desenho de Produção: John DeCuir
Direção de Arte: Herman A. Blumenthal, Hilyard M. Brown, John DeCuir, Boris Juraga, Maurice Pelling, Jack Martin Smith e Even Webb
Figurino: Vittorio Nino Novarese, Renié e Irene Sharaff
Edição: Dorothy Spencer
Premiações
- Ganhou 4 Oscars, nas seguintes categorias: Melhores Efeitos Especiais, Melhor Fotografia - Colorido, Melhor Figurino - Colorido e Melhor Direção de Arte - Colorido. Foi ainda indicado em outras 5 categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Rex Harrison), Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som.
- Recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Rex Harrison) e Melhor Ator Coadjuvante (Roddy McDowall).


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Segunda-feira, Maio 24, 2004
 
THE PRINCE AND ME

Como o momento é propício pelos comentários sobre o casamento do príncipe de Astúrias Felipe Bourbon e a plebéia, ex-jornalista, Letícia Ortis, eu acho que comentar sobre o filme "The Prince and me", tem tudo haver.
Bem, o filme ainda não veio para o Brasil, eu acho que está nos cinemas norte-americanos. Não importa. O que tem relevância, é a belíssima história, que com certeza será mais uma daquelas comédias românticas, que são meu estilo indiscutivelmente.
Eu assisti ao trailler num canal da tv fechada, e fiquei realmente encantada, louca para poder conferir o filme na íntegra. Corri para a net, logo em seguida e descobri o site oficial do filme, para quem quiser conferir, mais detalhadamente, The price and me.
A história é básica, de uma mocinha feminista, que faz faculdade em Wisconsin, que conhece um rapaz, lindo, inteligente, elegante que só depois de maneira bombástica, ela vem a descobrir que é o príncipe herdeiro do trono da Dinamarca, que foi para a América a fim de viver uma vida mais livre e longe dos flashes pelo peso real. É claro que eles são pegos em flagrante por um paparazzi e é aí que a jovem Paige, descobre que Edward mentiu pra ela e resolve terminar tudo. Arrependida vai atrás dele, em seu mundo, na Dinamarca e se vê diante de uma realidade requintada, chocante, que a faz se sentir perdida. Então provavelmente ele terá que escolher, ou ela, em abandonar sua vida normal e se dedicar ao tipo de vida de um ou de outro.
Eu aposto que ela deve se sentir mal, e que ele abandona tudo para viver uma vida simples ao lado dela.
Esse é a típica história, pela qual todas mulheres do mundo todo suspiram, lindo não?
Quem interpreta a Paige, é a Julie Stiles, conhecida do público por esse estilo romântico, desde o excelente "10 coisas que eu odeio em você". Seu parceiro é um gatinho chamado Luke Mably, eu nunca o vi antes, tomara que ele tenha tanto talento, quanto beleza.
Se alguém já teve notícias desse filme, ou melhor ainda, já o assistiu, comente contando-me, porque estou empolgadíssima.


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Sábado, Maio 22, 2004
 
A Bela e a Fera

Um dos filmes mais marcantes em minha vida, foi um clássico da Disney, que eu assisti tantas vezes que decorei as falas e as músicas. A Bela e a Fera, foi sem dúvida na minha opinião, o maior desenho infantil de todos os tempos. Imbatível, tanto que pela primeira vez na história do Oscar, um desenho animado, concorreu na categoria de melhor filme.
A história é conhecida por muitos, mas a condução impecável dada pelos diretores da Disney realmente supera qualquer outra versão. Bela é jovem, bonita, e sonhadora, vive numa pequena aldeia, e se sente perdida, sozinha, por ser inteligente, num lugar em que mulher só serve para ser esposa. Com esse pensamento está Gaston, um caçador, bonito e musculoso, que a assedia de todas as formas, mas que não lhe desperta interesse por ser um tanto quanto troglodita.
O drama de Bela é real, e de fato muito parecido com o meu e de muitas garotas que se sentem alienígenas no mundo em que vivem, e que sonham com "um mundo bem mais amplo, com coisas lindas para ver." Bela já exclamava o meu ideal a mais de 10 anos.
"Eu quero mais que a vida do Interior", e "O que eu mais desejo ter, é alguém para me entender, tenho tantas coisas pra saber".
Um filme amplamente feminista, um filme que trata de um tema muito coerente e hodierno.
Ao conhecer a Fera, Bela se depara com o desconhecido, sente medo, e talvez até asco, mas vai aos poucos se deixando levar pela magia daquele castelo encantado, e pela beleza interior daquele bom príncipe.
Como na vida real, a inveja destrói tudo e Gaston tomado pelo ciúmes, invadi o Castelo encantado e luta com a abatida Fera, que assim está por causa da partida de Bela. Ao final a Fera volta a ter ânimo, por perceber que a amada está de volta, mas Gaston ainda a esfaqueia pelas costas, morrendo em seguida por se desequilibrar e cair do telhado onde brigavam, e ela por pouco não cai junto.
Ferida a Fera balbucia palavras de amor e se despede, enquanto Bela confessa que também a ama, nesse instante a última pétala da flor mágica que simbolizava o feitiço que se abateu sobre o castelo cai e num passe de mágica tudo começa se transformar. A Fera volta a ser um belo príncipe, e é claro que todos vivem felizes para sempre.
A cena do baile, e a música que eles dançam é lindíssima, eu me emocionei todas as vezes que assisti e olha, que foram muitas.
A Bela e a Fera, é um filme para todas as idades e todas as pessoas, por isso está na estréia desse blog, fresquinho da Silva.
CURIOSIDADES
O filme foi lançado em 1991, e em 2002 teve uma edição comemorativa com uma música nova.Ganhou 2 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original ("Beauty and the Beast"). Recebeu ainda mais 4 indicações, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Som e Melhor Canção Original ("Be Our Guest" e "Belle").-Ganhou 3 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original ("Beauty and the Beast"). Recebeu ainda outra indicação na categoria de Melhor Canção Original ("Be Our Guest").


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Sexta-feira, Maio 21, 2004
 
Boa Sorte na noite de estréia...

Estou extremamente feliz, porque esse é o segundo blog que inicio...
E ainda por cima,é dedicado a um tema que me é muito interessante.
Cinema é vida, foi o primeiro nome que me veio à mente, quando resolvi criar esse espaço.
Eu não me considero uma expert da sétima arte, apenas sou uma humilde fã, que na medida do possível, tentará expor, sua opinião, a cerca dos filmes que assistiu ao longo de sua existência temporal.
Preparem as pipocas, e se aconcheguem, porque o FILME vai começar!

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